Sunday, February 25, 2018

Forges (1942 - 2018) by Gio


Gio
www.caricaturegio.altervista.it

Friday, February 23, 2018

Concurso Internacional de humor gráfico Cusco - Peru, 2018

Tema honestidade, arma contra a corrupção
Desde há séculos e por diferentes circunstâncias e factores, as nossas sociedades estão a ser corroídas por um terrível flagelo: a corrupção.
Este mal é incorporado em todos os níveis e espaços onde os valores humanos se encontram danificados ou não existem, condicionando o nosso crescimento em todos os sentidos. Perante este tipo de contaminação do Espírito existe um antídoto que pode ser extremamente eficaz se for aplicado e cultivado desde a infância. Referimo-nos à honestidade.
É por isso que o objectivo deste concurso é somar aos esforços particulares e de grupo, privado ou do estado, para poder alcançar e / ou potenciar o desenvolvimento individual e colectivo, com integridade e liberdade.
Carpa de tinta, o Instituto Cultural peruano americano cusco, e a Universidade Nacional Diego Quispe Tito, convidamo-los a participar neste evento com as calorosas boas-vindas de todos os cusco e de todos os peruanos.
Bases
1. Poderão participar todos os ilustradores e humoristas gráficos residentes em qualquer parte da nossa mãe terra, amadores ou profissionais, de 18 a 120 anos de idade, de qualquer estado civil, militância religiosa ou sexual. Os membros da organização do concurso não podem participar.
2. O tema em que devem inspirar-se as obras é honestidade, arma contra a corrupção.
3. Cada participante pode apresentar um máximo de 3 Ilustrações, sem diálogos, nem parlamento, nem balões de texto. Os trabalhos podem ou não ter conseguido alguma consideração ou prêmio em outros eventos semelhantes, mas devem ser originais e próprios do autor que as envia, ou seja, as cópias e / ou de detectadas pelo júri serão desqualificadas de imediato (o conto da a). Erro da secretária ou o da homenagem a determinado mestre, não serve).
4. A técnica é totalmente livre, na cor ou em preto e branco, e seu envio será digital, em 21 cm x 30 cm, em jpg (horizontal ou vertical), em cores rgb, em alta resolução ( 300 dpi). O nome do arquivo será o título da obra.
5. Ao envio de cada ilustração deve ser anexado um documento word de uma página que contenha o título da obra, o nome do autor ou autores, e-mail, telefone, endereço e país de origem, bem como um breve currículo de não. Mais de 15 linhas, uma foto pessoal tipo passaporte e uma miniatura da obra.
6. O último dia de envio será no dia 14 de outubro de 2018. E os trabalhos devem ser enviados para o seguinte endereço: Carpadetinta@Gmail.Com
7. Prêmios garantidos pelos nossos patrocinadores:
Primeiro post usd 1,000. = + diploma
Segundo post usd 500. = + diploma
Terceiro post usd 250. = + diploma
Menção Honrosa (as que o júri considerar conveniente) diploma os resultados serão anunciados em 07 de novembro de 2018 e oficialmente publicados em www.carpadetinta.pewww.icpnacusco.org/es/ www.bellasartescusco.edu.pe/
8. O júri qualificador será composto por cinco membros, todos importantes e reconhecidos profissionais do gráfico nacional e internacional. A sua decisão é definitiva.
9. Se, depois da falha do júri, ainda se detectar que alguma das obras participantes é plágio ou cópia de outra obra, o autor ou autores assumirão toda a responsabilidade legal que a situação os processe, além da desqualificação e devolução do prêmio. , se a peça tivesse sido premiada.
10. Os trabalhos mais importantes farão parte de uma exposição itinerante que circular por diferentes salas de cusco e do Peru. Uma selecção maior de ilustrações participantes fará parte do catálogo virtual.
11. Com a participação a este concurso, o autor aceita todas as condições mencionadas nestas bases, e cede os direitos da sua ilustração à organização do concurso para usá-lo em publicações diversas, incluindo aplicações audiovisuais, relacionadas com o concurso internacional de humor. Gráfico o sorriso inca,
Para qualquer informação sobre o concurso, direcionar para carpadetinta@gmail.com pepesm@carpadetinta.pe dianasm@carpadetinta.pe
Pepe sanmartín
Director-Geral do Comité Organizador http://www.carpadetinta.pe/index.php/eventos/concursos/sonrisa-inca



Malásia - Fahmi Reza Caricaturista preso por ter desenhado o Primeiro Ministro Najib Razak como palhaço (Um ultraje aos palhaços de todo o mundo que não merecem tal confusão)



Exposição de Banda Desenhada Avenida Marginal de 2 a 9 de março em na Biblioteca Municipal D. Dinis Odivelas

Exposição que apresenta as melhores pranchas da terceira edição
do Concurso Internacional de Banda Desenhada/Histórias em Quadradinhos Avenida Marginal.
Concurso dirigido a todos os países da CPLP
(Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e que tem como principais objetivos:
a divulgação de autores lusófonos, a promoção da literacia visual e da língua portuguesa.

A exposição é constituída por cerca de 30 pranchas, em formato A3 e é uma iniciativa que fomenta a criatividade e o intercâmbio cultural

Forges, de necesario a imprescindible por SIRO (IN VOZ DE GALICIA)

«Poderíase entender a España actual sen Forges? Desde logo que si, pero faltaría Forges, que sería unha falta importante». Así empezaba Carlos Casares, en 1973, o artigo da sección Con esta lupa, que os dous faciamos no xornal La Región de Ourense. Hoxe, pasados 45 anos, son incontabeis as testemuñas que ratifican aquela opinión e, aínda máis, afirman que España non será a mesma sen Forges. Eu tamén o penso. Coido que Forges pasou de ser «necesario» en 1973 a ser «imprescindible» no 2018. E penso tamén que, sen el, todos nos sentiremos un pouco máis pobres.
¿Cal é a clave do seu éxito? Sen dúbida, o talento e a orixinalidade. Talento para tratar humoristicamente, pero con ecuanimidade e rigor propios de historiador ecuánime e rigoroso, o noso diario vivir. Forges foi un historiador-humorista único na súa especie. A orixinalidade -ese don tan escaso- permitiulle crear un idioma propio, que todos fixemos noso, e un debuxo persoalísimo, tanto como o tipo de letra dos textos e os globos que os envolven.
No ano 2002, cando o presentei na conferencia que veu dar a Compostela, dixen que, en contra do que el afirmaba, debuxaba moi ben os personaxes das súas viñetas. O humor gráfico é unha simbiose de deseño e texto, e cando esa simbiose falla, a viñeta non é boa, por bo que sexa o debuxo ou por enxeñoso que resulte o texto. En Forges esa simbiose é perfecta e por iso é un gran viñetista e un dos grandes humoristas gráficos do mundo.
Forges era fillo de galego e sentíase medio galego. Teño matinado se no seu humor, tan surrealista sempre, non haberá un chisco de humorismo galego e canto máis o penso, máis claro me parece. Nesa «sarcástica tenrura» da que falan varios comentaristas da súa obra, percibo eu un acento marcadamente galego. O acento daquel protagonista dunha viñeta súa na que un explorador chega a un poboado de negros africanos e ve sentado na cadeira do xefe outro explorador branco. O acabado de chegar pronuncia a coñecida frase: «El doctor Livingstone, supongo». E o outro responde: «¡¡¡Ei, Carballeira!!!».

Ante aquela viñeta que vimos nun retallo de xornal, cravado cunha chincheta no taboleiro dun bar ourensán, decidimos Carlos Casares e eu crear Con esta lupa, o primeiro espazo de política internacional en galego. Forges inspiróunolo e ilusionouno moito sabelo.

Thursday, February 22, 2018

Muere Forges, genial dibujante de medio siglo de historia de España El humorista gráfico, colaborador de EL PAÍS desde 1995, tenía 76 años por BERNARDO MARÍN

            Antonio Fraguas era Forges, totalmente Forges

·            VIÑETA | Homenaje de Peridis a Forges
·            La vida de Forges, en imágenes
·             
Antonio Fraguas de Pablo, más conocido como Forges, el humorista gráfico que mejor ha retratado el último medio siglo de la historia de España, ha fallecido en la madrugada de este jueves en Madrid víctima de un cáncer de páncreas, según han confirmado fuentes de su familia. Tenía 76 años. Sus restos serán velados en el Tanatorio de la M-30 de Madrid, sala 28, a partir de las 12.00 de este jueves.
Desde sus inicios en el diario Pueblo, en 1964, a sus últimas viñetas en EL PAÍS -periódico en el que publicó ininterrumpidamente los últimos 23 años- plasmó con ternura e ironía la evolución de una sociedad que pasó del desarrollismo franquista de sus primeros dibujos al mundo hipertecnológico de su última etapa. Creó personajes inolvidables como el matrimonio formado por Concha y Mariano, Romerales o sus obstinados náufragos. Y también fue un inventor de una jerga propia, algunos de cuyos términos, como "muslamen" o "bocata", saltaron de sus dibujos al lenguaje de la calle y fueron recogidos después por el diccionario de la Real Academia.
Forges nació en Madrid el 17 de enero de 1942. Fue el segundo de una familia de nueve hermanos. A los 14 años empezó a trabajar en Televisión Española, donde comenzó a dibujar. En 1964 publicó su primera viñeta en la prensa, en Pueblo, invitado por el entonces jefe del diario Jesús de la Serna, quien lo había conocido a través de Jesús Hermida. Después colaboró en Informaciones, en Diez Minutos, en las principales revistas satíricas que nacieron con la Transición -Hermano Lobo, El Jueves y Por Favor-, en Diario 16 y en El Mundo.
Una de las primeras viñetas de Forges, publicada en 'Informaciones'.
El 25 de junio de 1995 empezó a publicar en las páginas de Opinión de EL PAÍS, en las que se han mantenido hasta la fecha. En una entrevista de Ignacio Carrión con motivo de su debut en el diario, Forges se definió como medio gallego y medio catalán, nacido por accidente en Madrid, y del Athletic de Bilbao. “Somos un conjunto de pueblos bocazas. La cuenca mediterránea se distingue por eso. Somos ruidosos, charlatanes, largones, chamulleros y farfulladores. La fuerza se nos va por la boca por mucho que hinchemos las narices”, añadió. Su primera viñeta en este periódico recogía un diálogo entre dos blasillos, otro de sus personajes más populares. “¿Y cómo saludamos?”. “Pues nada: simplemente decimos buenos días”. “Ni hablar, si decimos eso nos van a acusar de manipuladores”. “Cielos, es cierto”.
Los personajes forgianos y las temáticas de sus viñetas se fueron adaptando a los cambios en la sociedad española. Cosma y Blasa, las mujeres de pueblo que hace unas décadas desgranaban los misterios del rosario, se quejaban ahora de que se les había esforciado el wifi. El diminuto Mariano, pendiente de la maciza de turno, y la enorme Concha se transformaron en una pareja más equilibrada. Ella adelgazó y se aficionó a los libros, mientras su marido, que se afeitó el bigote, seguía obsesionado con los partidos de fútbol. Durante la Transición Forges arremetía en sus dibujos contra los sectores nostálgicos que trataban de que nada cambiara, lo que entonces se llamaba El Bunker. Después abrazó otras causas sociales: la crítica a la precariedad laboral, la oposición a la guerra de Irak, la defensa de la igualdad de las mujeres o su célebre campaña para que los lectores no olvidaran las víctimas del terremoto de Haití.
Además de sus viñetas en los periódicos, Forges fue autor de numerosos libros. El primero de ellos se publicó en 1972 con el título El libro de Forges. Elaboró una ingeniosa historia de España en viñetas, Historia de aquí. Dirigió dos películas y varias series de humor para la televisión. Escribió una novela, Doce de Babilonia. Y recibió múltiples premios y distinciones, como la Medalla de Oro al Mérito en el Trabajo en 2007, el Premio Nacional de Periodismo, el Premio Latinoamericano de Humor Gráfico Quevedos en 2014 y el doctorado honoris causa en las universidades Miguel Hernández de Elche y Alcalá de Henares. En 2014 se imprimió una colección de sellos con sus viñetas.
En los últimos años Forges abrazó con entusiasmo Internet y las redes sociales. Era el colaborador de EL PAÍS con más seguidores en Twitter, más de medio millón. En ocasiones llamaba al teléfono de la mesa digital del periódico para corregir errores o hacer sugerencias. Sus comunicaciones siempre concluían con un cálido "aquí un amigo".
En una entrevista con motivo del 40 aniversario de EL PAÍS dejó claro su fe en el progreso tecnológico. “Todas las generaciones nos creemos que somos importantísimas para la inteligencia de la humanidad. Siempre tendemos a ver el mundo desde nuestro punto de vista. Yo no me siento emigrado a una nueva cultura, yo soy parte de esa nueva cultura. A mí la tecnología no me da miedo y creo que es una de las ventajas que tenemos en la búsqueda de la libertad”.



Wednesday, February 14, 2018

STOP THE SCOURGE OF CORRUPTION


Concealed / Globalized / Illegal / Unpunished

The blog "Graphic Humor Necessary" as a tradition, summons graphic humorists, cartoonists, painters, photographers, illustrators, visual poets, designers, documentarists, all creators of total art, to participate in our 18th Call, " STOP THE SCOURGE OF CORRUPTION"

The blog "Graphic Humor Necessary", once again, fights for the noble causes of the conscious human being. This 18th Call refers to the globalized corruption in our planet, a scandalous crime that means a good profit for mass media and yellow press.

Countries have laws but  corruption sees the loophole: tax evasion, smuggling, money and asset laundering in "tax havens" or “offshore investments” (Panama Papers; Switzerland; Andorra; Aruba and others) where we always see front men, fictitious companies and banks that play their part..

Therefore, these days corruption has become a serious economic, political and social problem, which is part of all the discussions in the agendas of national and international organizations. The fight against it has become an urgent task.

Our Blog “Graphic Humor Necessary” and its members hope that this Call will be useful not only for researchers and scholars working on the subject of corruption, but that it also becomes a great "conscious window" that activates the participation of the different sectors and communities of civil society, contributing to the reduction or control of corruption by being a true "social comptroller"

 
KEYWORDS:

Embezzlement / Crime, Corruption / Complaints / Front men / Tax Evasion / Smuggling / Money Laundering / Tax Havens / Briefcase Companies / Transparency / Bribery / Theft / Extradition / Speculation / Fraud / Defalcation / Dishonesty

Bases

1.Shipments must be send by email to:  humorgraficonecesario@gmail.com

2.Each file must not exceed 3 Megabytes. These can be images in JPG, GIF animations, or MP4 videos (YouTube compatible)

3.The images may have been published previously (specify where) and / or preferably of recent creation.

4. The number of files or images, fluctuates, from one (1) to five (5) maximum for each participant

5. There will be no jury of selection, everything that is sent will be published, as long as the images refer specifically to the subject of the call: Corruption.

6. The Blog of Humorgraficonecesario, at the end of the Call will design a digital book with the material sent, which will be published on ISSUU.COM.

7. The new participants must send us their personal information, artistic name or signature, if they have one, and a mini-curriculum of maximum 800 characters without spaces.

8. Team organizer : Julio Carrión (Karry) (Perú), Eneko Las Heras (Venezuela), Manuel Loayza (Perú), Aníbal Ortizpozo (Chile), Emi Ramírez (Perú),  Edmundo Vargas (Venezuela).

9. The Call will close on March 31, 2018.March 31, 2018

Monday, February 12, 2018

Puntadas sen fío - A gravata de Domingos Merino por Siro

Coñecémonos no Partido Socialista Galego, quizais en 1973, e fixémonos amigos. A amizade de Domingos Merino resultaba gratificante por ser persoa tan agradable de presenza como de trato. Conversador áxil e ameno, falaba pouco nas asembleas porque prefería escoitar e reflexionar antes de dar unha opinión, sempre exposta en ton humilde.
Nunca pensou ser alcalde de A Coruña e estou certo de que aceptou a responsabilidade por lealdade ao PSG e á coalición Unidade Galega, que tantas expectativas espertara nun electorado disposto a apoiar unha alternativa galeguista. Na corporación municipal había moitas , algúns con experiencia política, outros no mundo empresarial e todos con títulos universitarios. Domingos só era un viaxante de comercio e un excelente xogador de axedrez, que varias veces estivera preto de se proclamar campión de España. Tamén era gay e non o ocultaba, pero da corporación municipal só recordo un socialista atípico e histriónico denigrándose ao atácalo -ás agachadas, naturalmente-, por este motivo. A certos niveis España superara a homofobia do franquismo.
Merino quixo inaugurar un novo xeito de gobernar baseado na ética e na proximidade á cidadanía e, para facelo perceptible visualmente, deixou de usar gravata. O malo foi cando recibiu protocolariamente ao almirante e este, ao velo sen gravata, non entrou no despacho e marchou. Consciente do erro, o alcalde visitou ao almirante vestindo gravata, pero a oposición aproveitou o incidente e foille ao lombo. Porén, as críticas máis duras chegáronlle da prensa. Luis Caparros en La Voz de Galicia e Bugallal en El Ideal Gallego encirráronse en descualificalo por non levar gravata e eu púxenos nunha viñeta co alcalde, que facía o pregón das festas da Cidade Vella e pedíalle á Virxe do Rosario: . Cabreáronse e Caparrós chamoume nun artigo publicado na Voz e eu respondinlle que el tiña noutro que publiquei no Ideal. Despois empecei a debuxar a Merino cunha enorme gravata mentres tomaba o sol, en traxe de baño, na praia e ata cando estaba espido baixo a ducha. O humor desactivou aquela ridícula bomba e deixouna no que era: un simple fogo de artificio.
Despois veu o problema da capitalidade e Domingos Merino, fiel ás forzas políticas que representaba, non encabezou a protesta dos coruñeses, como probablemente desexaría, e perdeu a alcaldía. A honestidade, a arma coa que atacara e se defendera, valeulle para suicidarse políticamente.

 Durante o seu mandato o concello aforrou trece millóns de pesetas, reduciu á metade os gastos de gasolina dos coches oficiais, contratou en dous millóns menos a limpeza dos colexios públicos, aforrou tres millóns e medio nas festas e o Teresa Herrera deu dez millóns de beneficio. Por certo, cando o alcalde chegou a pé á cea do Teresa Herrera, descubriu que o seu coche fora utilizado por un funcionario municipal. Con gravata, claro. 

Max Ziemer y su exposición sobre grandes iconos del cine por Francisco Puñal Suárez

El artista brasileño presenta en la ciudad de Río Grande un grupo de caricaturas personales dedicadas a figuras del séptimo arte.
Max Ziemer, dibujante brasileño.
“Un día me encontré con una publicación con caricaturas hechas por los franceses Jean Claude Morchoisne, Patrice Ricord y Jean Mulatier, y fue como un puñetazo en el estómago: ¡era lo que quería hacer!", expresa el dibujante brasileño Max Ziemer.
“Siempre me gustó diseñar la figura humana, y en la caricatura  encontré  mucha libertad de creación y grandes posibilidades. Miles de artistas pueden dibujar a una sola persona y cada diseño será diferente”, señala.

Marilyn Monroe / Max Ziemer.

Ziemer publicó su primera caricatura en  el periódico Vagoneta de Río Grande en 1994, y ha desarrollado en todos estos años una amplia trayectoria como viñetista de opinión en diversos diarios brasileños, y en los últimos tiempos se ha especializado en el arte de la caricatura  personal donde ha conquistado diversos premios nacionales e internacionales.
Ahora presenta la exposición “Grandes Iconos del Cine” en la Galería de Arte del Partage Shopping, de la ciudad de Río Grande, que la integran 20 caricaturas de gran formato, de artistas del cine mundial como Marilyn Monroe, Charles Chaplin, Marlon Brando, y otros.
“Tomé dos meses –dice Max- para producir estas obras, hechas con tinta guache y lápiz de color. Normalmente hago varios esbozos hasta llegar a un resultado que me guste. También estudio la biografía del artista retratado, veo sus películas, sus fotos y escucho sus grabaciones”.

Sophia Loren / Max Ziemer.

“Los rasgos exagerados –añade- de la caricatura no pueden ser gratuitos, debe haber una coherencia. Tal vez lo más difícil sea conciliar la exageración con la semejanza del caricaturizado, y prestar mucha atención a los ojos, a la mirada, que es para mi  el aspecto físico más importante, donde aparece el alma de la persona”.
“Para lograr –dice Max- en pocas líneas, la síntesis visual, es necesario tener una gran capacidad de observación. Un dibujante, con ojos bien entrenados, puede captar las sutilezas del rostro, sin que medien palabras. Cada persona antes de ser retratada merece un estudio”.
“Los filmes que más me gustan –señala Max- son los  clásicos, producidos en los años 50 y 60. Me agrada mucho la ciencia ficción, mis películas favoritas son 2001 una odisea en el espacio, el Planeta de los Simios,  y La máquina del tiempo. Del cine brasileño mi cinta preferida es Noche vacía, de 1964"
Nacido en 1968, Max Ziemer se formó en la Escuela de Diseño y en la de Bellas Artes de Héctor Lemos, en la ciudad de Río Grande. Actualmente continúa estudiando por sí mismo, ya que el conocimiento es infinito. Sus caricaturas e historietas se han publicado  en medios de diversas ciudades brasileñas, como Porto Alegre, Sao Paulo y Brasilia. Participó entre otros eventos en el Festival del Mar, Feria del Libro de Río Grande, Fenadoce, Fecriança, Expofeira de Bagé, Feira da Providência en Río de Janeiro, y Expofeira de Informatica de São Paulo.

Maggie Smith / Max Ziemer.

Sus palmarés nacionales e internacionales son muy amplios. En 2001 fue uno de los ganadores del concurso de dibujo  "Jazz en el GNT pantalla" con una caricatura de Louis Armstrong. En el 2012 ganó el primer lugar en el Salón Internacional de la Caricatura Mercosur Diógenes Taborda, en Argentina, con una caricatura del compositor Astor Piazzolla, y en el Salón de Caricatura "Humour a Gallaratte" en Italia,  con un dibujo de la actriz inglesa Maggie Smith, quien siempre le llamó la atención por tener un rostro singular y unos ojos muy expresivos, que lo llevaron a dibujarla como si ella interpretara un papel shakesperiano.

Charles Chaplin / Max Ziemer.


"La sátira y el humor tienen un poder gigantesco, casi como un arma. Muchas veces el pueblo no lee los artículos de los diarios, pero siempre ve las caricaturas de opinión, y eso puede traer mucha concientización de todo lo que acontece "– finaliza. @mundiario

Trump doesn’t need a parade. He needs a Roman triumph. By Dana Milbank Opinion writer

The un-American dream. New cartoon @politico politico.com/cartoons/2018/… Matt Wuerker
The Post’s scoop about President Trump’s plans for a grand military parade in Washington brings to mind Evelyn Waugh’s classic satire about England’s upper crust in the early days of World War II, “Put Out More Flags,” named after a Chinese proverb:
“A man getting drunk at a farewell party should strike a musical tone, in order to strengthen his spirit . . . and a drunk military man should order gallons and put out more flags in order to increase his military splendor.”




David Rowe

Peter Brookes on Donald Trump as Napoleon
KAL on Trump and his great parade...
 
Theo Moudakis, The Toronto Star
A Parade for Trump  Tjeerd Royaards Trump wants a military parade. Here’s the parade he should get.


MILITARY PARADE
by Marian Kamensky, Austria
 
Ann Telnaes ✔@AnnTelnaes Opinion | The Donald loves a good goose step 

Steve Sack

I love a parade as much as the next guy (though perhaps not as much as the president), but there are problems with this particular idea, as The Post’s Greg Jaffe and Philip Rucker note. Seventy-ton tanks “would chew up Pennsylvania Avenue blacktop,” big displays of missile launchers would make us look like North Korea, and the expensive parade would belie the Pentagon’s poverty pleas while perhaps also reminding people that the commander in chief sat out Vietnam with bone spurs.
There is a better way.
The obvious purpose of the parade is not to celebrate the troops, as the White House professes, but to celebrate Trump. Hence, his wish to have the parade before the November election (and the military’s wish to have it after). Given the real goal, the model that would best suit Trump has much older roots than a May Day or even a Bastille Day parade. What Trump needs is a Roman triumph.
The triumph was a public ceremony, including a parade, to celebrate as a near-deity the emperor or a triumphant general — complete with laurels, thrown flowers, adoring troops, war spoils and vanquished enemies in chains. It is, in short, just the sort of parade Trump would enjoy if done in his honor.
The ritual was originally meant for a returning general who had conquered territory and killed at least 5,000 of the enemy, but it was later changed to honor emperors and members of their families. Trump qualifies as a victorious commander, having vanquished enemies foreign (Islamic State) and domestic (Cryin’ Chuck Schumer), and as an emperor, having said that those who don’t applaud him commit treason against the state.
First in the Roman triumph procession were the magistrates and members of the Senate; first in the Trump triumph would come Devin Nunes, Paul Ryan, Mitch McConnell, Tom Cotton and the other magistrates supportive of Trump. Next in the Roman triumph came the spoils of war: gold and silver, treasures, and paintings and carvings showing moments from the conflict. In Trump’s triumph, the spoils would include models of Trump hotel and golf properties, the nuclear football, a float with a very large button, and chunks of the border wall, carried by Mexicans.
Next in the Roman triumph, to the crowd’s jeers, came the captured prisoners in chains: leaders, soldiers and sometimes family members, to be put on display after the parade or executed. Trump’s triumph would feature all his foes, in irons: the “dreamers,” NFL players who kneel for the national anthem, women who alleged sexual misconduct by Trump, the fake-news media, Robert Mueller, James Comey, FBI agents, Puerto Ricans, Trump’s primary opponents, Hillary Clinton, Steve Bannon.
Next, in a cloud of incense, would come the Roman general, or emperor, in a chariot driven by four horses, holding a laurel branch and scepter and wearing a purple and gold tunic and a painted toga. A slave would hold a golden crown over his head. The emperor’s children and courtiers rode alongside his carriage on horseback, followed by the soldiers in togas and laurel crowns, shouting “Io triumphe” — Hail, triumphant — at their leader.
Trump’s triumph would use identical trappings, though he might eschew the toga for a more tasteful flight suit. Donald Jr., Eric Trump, Jared Kushner, Stephen Miller and John Kelly would escort him on horseback. Instead of troops shouting “Hail triumphant” at Trump, handling that duty would be Sean Hannity, Tucker Carlson and other Fox News personalities.
Toward the end of the Roman triumph procession, two white oxen were sacrificed at the Temple of Jupiter and the prisoners killed. Trump’s triumph, by contrast, would pause outside the Trump International Hotel. Though executing his opponents could be problematic, Trump might stand in the middle of Pennsylvania Avenue and shoot somebody, just for symbolism.
Mission accomplished!
There’s only one problem with this plan, as I see it. In the Roman triumph, a slave would ride with the general in his chariot and repeatedly whisper into his ear, “Memento mori”: Remember, you are mortal.

For our parading president, this could be a dealbreaker.

Thursday, February 01, 2018

11th International Don Quichotte Cartoon Contest / 2018

Theme: “Child Brides“ 
Young girls who have not reached puberty are being forced to marry as child brides in some developing regions of the world. Child marriages are most common in India, Bangladesh, Afghanistan, Ethiopia, Tanzania. Unfortunately, this issue is becoming more common in Turkey as well. Globally, every 1 out of 5 females who is under 18 years old is being forced into marriage in exchange for a dowry.
The Universal Declaration of Human Rights prohibits child marriages and states that men and women of full age are entitled to equal marriage rights during marriage and at its dissolution. Marriage shall be entered into only with the free and full consent of the intending parties. This statement does not specify the minimum age requirement unlike other conventions and it is subjective.
Globally, every 1 out of 5 females who is under 18 years old is being forced into marriage in exchange for a dowry.
Legislations and precautions that are already in place are not sufficient and non-government organizations have been heavily campaigning to increase awareness on this topic. The purpose of this competition is to bring awareness to child marriages around the world, to study and criticize this social phenomenon.
We have an important mandate but limited time.
We are calling all caricaturists/cartoonists around the world to contribute their work to raise awareness and come one step closer to solving this issue.

The Rules of Competition: 
1) With participation in competition is possible only by Internet. (childbrides@donquichotte.org) 
2) All submitted work should be participating a contest for the first time. With an offence, there's a risk of deprivation of the achieved prizes. 
3) The designs are to be drawn in A3-Size to deliver in 300 dpi dissolution and in Jpeg format. They know both and black-and-white, and to be colored, the coloured representation is exactly the same as the colortechnical treatment of the work is incumbent on not a containment. 
4) The closing date of the competition is 28 February 2018.
5) Pre-selective Jury will determine the 100 finalists between dates 1-2 March 2018. Finalists will be presented in social media and on DQ website for the following 2 days.
6) The jury exists, evaluates the works between 3 March 2018. Results of this evaluation and conception of the price-crowned works are published on 4 March 2018.
7) The award of the prize will take place in the context of the opening of the exhibition in 8 March 2018 in the municipal art gallery Maji/Istanbul.
8) Received caricatures will be securely saved in Don Quichotte's archive. We certainly will get permission from you if we need to use your caricatures for purposes other than displaying it in exhibitions and album.
9) Contest Album will be developed in pdf and, if sponsored, will be printed.
10) Awarded and best performing cartoons will be exhibited in various European countries.
Die Prizes:
- First Prize: 1.000 Euro +Don Quichotte Medal 
- Second Prize: 750 Euro +Don Quichotte Medal 
- Third Prize: 500 Euro +Don Quichotte Medal 
- Special Awards 
- 10 Mentions 

Jury Members: 
- Adriana Mosquera (Spain)
- Farzane Vaziri Tabar (Iran)
- Elena Ospina (Colombia)
- Marilena Nardi (Italy)
- Martha Barragan (Mexico)
- Natalia Forcat (Brazil)
- Nicoleta Ionescu (Romania)
- Saadet Demir Yalçın (Turkey)
- Shiva Zamanfar (Iran)

Organizational Responsibilities:
Don Quichotte/Erdoğan Karayel 
Organization Partner:

G&Partner/Gaye Donay 

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